O erro como um processo de aperfeiçoamento – Ambiente Externo


Hoje, fala-se tanto em empresas que servem como referência para muitos empreendedores, como o Google e a Apple. Porém, uma informação que fica oculta, é que essas mesmas corporações possuem uma quantia significativa de erros em sua história.

Por: Breno Dias Pinheiro

Há um tempo atrás, li um artigo que falava a respeito de abrirem tantos empreendimentos no Brasil e pouquíssimos deles se destacarem pela inovação. No mesmo texto, era citado o medo de errar dos fundadores da empresa como a principal causa para esse fenômeno. O empreendedor evita arriscar com medo de cometer erros, temendo “manchar” seu nome com os clientes e prejudicar futuros projetos. No final, seu negócio é igualado como os demais existentes no mercado. Continuar lendo

Novas lições para domar uma antiga fera: SEU CHEFE


ótima matéria da Revista Você s/a

Conflitos entre líderes e subordinados estão longe de desaparecer. Conheça os mais atuais e descubra como se defender

Falar sobre o chefe é importante. Mais de 95% de todas as pessoas que trabalham têm um superior ou lideram uma equipe – ou ambos. Os líderes têm um papel relevante no dia a dia da empresa por que eles dão o tom que será seguido pelos demais empregados. Gestores equilibrados mantêm um ambiente produtivo sem elevar o nível de estresse do time. Porém, há estudos que mostram que sete em cada dez pessoas acham que lidar com o chefe é a parte mais estressante do trabalho. 

Péssimos gestores podem causar danos à sua saúde. Uma pesquisa suíça, publicada no ano passado no jornal médico Occupational and Environmental Medicine, revela que profi ssionais que respondem a maus chefes têm de 20% a 40% mais chance de sofrer um ataque cardíaco. O levantamento acompanhou 3 122 trabalhadores por dez anos. Essas informações constam no livro Good Boss, Bad Boss: How to Be the Best and Learn from the Worst (algo como “Chefe bom, chefe mau: como ser o melhor e aprender com os piores”), de Robert Sutton, lançado no mês passado nos Estados Unidos pela Editora Business Plus e sem previsão de chegada ao Brasil. Robert é professor de gestão na universidade americana de Stanford e estuda assuntos relacionados à liderança há quase 30 anos.


Pressão excessiva: o funcionário precisa criar coragem, estabelecer limites e informálos ao gestor

36% DAS EMPRESAS BRASILEIRAS TÊM AÇÕES DE 

 

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Comunicação na organização


A comunicação entre um grupo é um componente essencial para o bom andamento da organização. Isso permite que as soluções de problemas sejam resolvidas com mais agilidade. Os ruídos que surgem devem ser administrados para o que o clima da organização permaneça em harmonia. Um bom clima dentro da organização não exclui a má comunicação, mas elimina a comunicação predadora que só traz incerteza e instabilidade para a empresa. Araujo (2006)

Segundo Zarifian (2001, p. 45) comunicar-se é

- Entender os problemas e as obrigações dos outros (os outros indivíduos da equipe, as outras equipes de trabalho, as outras formações profissionais, os outros serviços…) e entender a interdependência, a complementaridade e a solidariedade das ações;

- conseguir entender a si mesmo, e conseguir avaliar os efeitos de sua própria ação sobre os outros, em função desse entendimento;

- chegar a um acordo referente às implicações e aos objetivos de ação, aceitos e assumidos em conjunto, quanto às regras que vão permitir organizar essas ações;

- por último, é compartilhar normas mínimas de justiça que permitam acesso igualitário à informação e uma distribuição equitativa de seus benefícios. Evidentemente, seria ilusão imaginar que informações de diferentes níveis sejam unificadas e, por conseguinte, que as relações hierárquicas vão desaparecer. Os assalariados não esperam isso, e nem exigem. Trata-se, pelo contrário, de reconhecer o direito de cada um ter acesso à informação que conta para o exercício de seu trabalho profissional, porque ela condiciona a qualidade e o significado desse trabalho.

Pode-se afirmar que a comunicação seja a ferramenta mais valiosa em uma organização, é através dela que se pode ter as informações necessárias para discussão e definição de atitudes importantes. A comunicação pode ser presencial, por telefone, e-mail e pelos infinitos meios de comunicação disponíveis pela internet, além das tecnologias de celulares, Iphone, dentre outros. Reduzir a comunicação seria o mesmo que decretar a falência de uma empresa.

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Descrição de cargo e salários


Na avaliação de desempenho por competência é importante salientar que a descrição de cargos é muito importante pois ajuda o gestor a alocar pessoas certas no lugar certo.

A descrição de cargos é feita através da análise de um conjunto amplo de tarefas e resultados finais, sem maiores detalhes, pelos gestores de pessoas. As descrição procuram entender o que se faz, como e com que se faz e para que se faz. Apesar de não achar resposta para todos estes questionamentos, procura-se ao menos a lógica interna do processo do trabalho OLIVEIRA (2007).

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As Atribuições do Gestor de Pessoas


As mudanças na gestão de pessoas acontecem a cada minuto. O gestor de pessoas deixou de ser somente aquela pessoa em que seleciona pessoas, passou a ser parceiro dos funcionários. Suas responsabilidades se expandiram e também divididas e vão além de escolhas de pessoas, ele passou a ser a pessoa dos momentos da captação até o momento de motivação e aprimoramento. Sua visão também teve que ser

Araújo (2006, p. 371) sugere algumas atitudes para o novo papel do gestor

- Alinhar suas expectativas;

- Colocar seu time, sua equipe em ordem. Ajuste comportamentos e estilos individuais;

- Preparar sua estratégia cuidadosamente;

- Começar a mudança cultural;

- Ajustar-se com a chefia superior;

- Comunicar sempre; e

- Evitar falhas.

O conjunto destas e de outras atitudes fazem o gestor ter uma postura segura para exercer sua função com sucesso e evitar as interferências que sempre surgem. Há várias interferências que impedem suas atividades e uma delas que mais prejudica o bom desenvolvimento das suas funções são as conversas paralelas. A comunicação deve ser utilizada, mas para servir como ferramenta positiva dentro da organização e não para atrapalhar.

REFERÊNCIA

ARAUJO, Luis Cesar G. de. Gestão de Pessoas / Luis César G. de Araujo. – São Paulo: Atlas, 2006.